Pesquisas e perguntas

Desde quando a querida amiga Luciana, mãe do Rafa (que também tem SD), me enviou esta interessantíssima notícia do G1 sobre a jovem que superou todas as expectativas, estudou até a pós-graduação, e hoje tem uma vida profissional e financeiramente independente, fiquei intrigada com o método “Glenn Doman”, que a reportagem cita como tendo sido usado pela mãe da jovem portadora da síndrome, para estimulação precoce, quando a ela era criança.

Ontem resolvi começar a pesquisar a respeito, e no caminho encontrei o site do Romeu Neto, um artista plástico e escritor de poesias que leva uma vida de tanto sucesso que nem pode ser chamada de normal; ele é um verdadeiro artista! Ele também tem síndrome de down e seus pais relatam no site como fizeram para estimulá-lo precocemente. Ao mesmo tempo em que fiquei muito feliz em conhecer a vida do Romeu Neto (recomendo que também conheçam, visitando o site que passou a fazer parte dos links deste blog), confesso que fiquei um pouco assustada com o grau de dedicação que seus pais dispensaram a este programa de estimulação, e principalmente com o fato de Romeu ter sido alfabetizado em casa, por volta dos 3 anos de idade!!!

Enfim, terminei essa pequena parte da minha pesquisa mais cheia de perguntas do que de respostas… Li que a estimulação (no caso, a alfabetização) deve ser iniciada tão precocemente porque até os 3 anos de idade o cérebro da criança possui uma elasticidade incrível; a partir dos 3 e até os 6 anos também, mas um pouco menos; e dos 6 anos em diante esta “capacidade” de aprendizagem já vai se igualando à dos adultos, ou seja, já não é tão fácil aprender, e a possibilidade de “aprimoramento” do cérebro é menor. Considerando que a síndrome de down inevitavelmente tráz consigo um “prejuízo” das funções cerebrais, a estimulação precoce, ou seja, nessa fase da infância, seria o único caminho.

Mas e a infância em si, como fica??? Por isso tudo é feito por meio de jogos, brincadeiras, para tornar a árdua tarefa do aprendizado, o mais divertida possível.

Não sei… Ainda bem que o Bruno ainda é bebê e temos um pouquinho de tempo para pensar nisso… De qualquer forma, eu penso o tempo todo em como fazer para ajudar o Bruno em seu desenvolvimento intelectual, e estou tentando buscar maiores informações a respeito do assunto, para discutir com o Dr. Ivan, neurologista que consultaremos novamente na próxima quinta-feira. Quem também tiver algo a contribuir neste sentido, será muitíssimo bem-vindo!

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2 respostas para Pesquisas e perguntas

  1. Lu Dias disse:

    Olá Lu! Td bem?
    Aqui é a Lu Dias, amiga da “Bibo”.
    Amanhã, 17/02, na Rede Vida, às 12h30, no programa Vida Melhor, terá a entrevista com Marcelo Nadur, autor do livro: Síndrome de Down: Relato de um Pai Apaixonado (2010 – Edição 1)
    Ele e seu filho Daniel estarão no programa!
    Lembrei de você!
    Beijos e muitas felicidades à vcs pais e às crianças!

  2. Pingback: Nova página | Eu chego lá

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